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sábado, 28 de abril de 2012
Histórico da tentativa de acabar com a carreira do magistério Vamos fazer um breve histórico do quanto o governo está
acabando com a carreira do magistério. No ano de 2002 com então,
governador LHS iniciou com a política de abonos, prémios e assim
sucessivamente. Achatando a tabela salarial. No ano de 2008 é
estabelecida a lei do Piso, mas o nosso estado não reconhece a lei e
ainda entra com uma ADIN. Contudo, houve tempo suficiente para
implantar o piso na carreira. No ano de 2011 realizamos a maior greve
da história e terminamos com ela mediante a implantação do piso na
carreira, pagando o mesmo percentual a todos os profissionais da
educação. Iniciamos o ano esperançosos que o governo reconheça o seu
acordo e de fato pague o percentual a todos os profissionais ativos e
inativos. Não dá para admitir um achatamento tão grande. A nossa tabela
antes do governo LHS tinha um percentual de diferença entre o primeiro
nível e referencia e o último nível e referência que chegava a 183%.
Esta diferença estimulava a todos nós a fazer o mestrado e doutorado.
Mas a "revitalização" reduz este percentual a míseros 65%. Como
segurar mestres e doutores nas escolas públicas da rede estadual? Será
que ainda vale a pena investir tanto para receber tão pouco? Onde está
a famosa valorização do professor? No mesmo quadro do estado um doutor
recebe quanto na UDESC? Será que a imensa maioria da população
catarinense não merece profissionais mestres e doutores?
Vamos fazer um breve histórico do quanto o governo está acabando com a carreira do magistério. No ano de 2002 com então, governador LHS iniciou com a política de abonos, prémios e assim sucessivamente. Achatando a tabela salarial. No ano de 2008 é estabelecida a lei do Piso, mas o nosso estado não reconhece a lei e ainda entra com uma ADIN. Contudo, houve tempo suficiente para implantar o piso na carreira. No ano de 2011 realizamos a maior greve da história e terminamos com ela mediante a implantação do piso na carreira, pagando o mesmo percentual a todos os profissionais da educação. Iniciamos o ano esperançosos que o governo reconheça o seu acordo e de fato pague o percentual a todos os profissionais ativos e inativos. Não dá para admitir um achatamento tão grande. A nossa tabela antes do governo LHS tinha um percentual de diferença entre o primeiro nível e referencia e o último nível e referência que chegava a 183%. Esta diferença estimulava a todos nós a fazer o mestrado e doutorado. Mas a "revitalização" reduz este percentual a míseros 65%. Como segurar mestres e doutores nas escolas públicas da rede estadual? Será que ainda vale a pena investir tanto para receber tão pouco? Onde está a famosa valorização do professor? No mesmo quadro do estado um doutor recebe quanto na UDESC? Será que a imensa maioria da população catarinense não merece profissionais mestres e doutores?